
Saudações! Desta vez decidi abordar um tema mais sério, num texto que comecei a engendrar há já algum tempo, depois de ter lido algo sobre o assunto.
O namoro na adolescência...bem na verdade é um tema banal mas que, na verdade, tem muito que se lhe diga, até porque de pequenas coisas podem advir sérias consequências para o futuro.
Como é que um filho conta aos seus pais que começou a namorar? A verdade é que muitos não transmitem nada de concreto, são os pais que adivinham, talvez pelos telefonemas frequentes, chegadas tardias, uma inquietação especial, às vezes uma alegria contida ou uma irritabilidade transitória.
Alguns pais vivem esta situação com muita ansiedade, começam logo a pensar que os estudos vão piorar, que o namoro será o assunto central da sua vida e nada mais importará ou então que existirão mais saídas à noite e o adolescente começará a adquirir novos hábitos, por vezes (vezes de mais) prejudiciais.
A pior reacção contudo é a dos pais que funcionam como se nada se tivesse passado, como se uma relação afectiva na adolescência não tivesse qualquer importância e fosse apenas um passatempo. Por vezes (vezes de mais) chegam a dizer que o filho tem um "namorico", expressão paternalista e antiquada que não facilita a comunicação e que, pelo contrário, quase sempre é origem de discussão quando os filhos descobrem que é usada.
"Os pais necessitam de compreender que os filhos precisam de escolher o seu percurso, traçar os seus objectivos, conhecer pessoas fora do circulo familiar, em suma, crescer." (Daniel Sampaio)
O papel dos pais é sem duvida o de ouvir, ajudar a reflectir, explicar que não se deve viver tudo de uma vez. Mas também não podem exigir muito de nós! Por vezes ( vezes de mais) é mais difícil para o adolescente falar com os pais do que o contrário. Mas com o tempo tudo se resolve, e as conversas parecem ser mais fáceis!
Resta-me a mim apoiar estes namoros, que por vezes (vezes de mais, e ainda bem) chegam a dar certo, e se não derem, pelo menos, fizeram-nos crescer.
Sofia Costa
O namoro na adolescência...bem na verdade é um tema banal mas que, na verdade, tem muito que se lhe diga, até porque de pequenas coisas podem advir sérias consequências para o futuro.
Como é que um filho conta aos seus pais que começou a namorar? A verdade é que muitos não transmitem nada de concreto, são os pais que adivinham, talvez pelos telefonemas frequentes, chegadas tardias, uma inquietação especial, às vezes uma alegria contida ou uma irritabilidade transitória.
Alguns pais vivem esta situação com muita ansiedade, começam logo a pensar que os estudos vão piorar, que o namoro será o assunto central da sua vida e nada mais importará ou então que existirão mais saídas à noite e o adolescente começará a adquirir novos hábitos, por vezes (vezes de mais) prejudiciais.
A pior reacção contudo é a dos pais que funcionam como se nada se tivesse passado, como se uma relação afectiva na adolescência não tivesse qualquer importância e fosse apenas um passatempo. Por vezes (vezes de mais) chegam a dizer que o filho tem um "namorico", expressão paternalista e antiquada que não facilita a comunicação e que, pelo contrário, quase sempre é origem de discussão quando os filhos descobrem que é usada.
"Os pais necessitam de compreender que os filhos precisam de escolher o seu percurso, traçar os seus objectivos, conhecer pessoas fora do circulo familiar, em suma, crescer." (Daniel Sampaio)
O papel dos pais é sem duvida o de ouvir, ajudar a reflectir, explicar que não se deve viver tudo de uma vez. Mas também não podem exigir muito de nós! Por vezes ( vezes de mais) é mais difícil para o adolescente falar com os pais do que o contrário. Mas com o tempo tudo se resolve, e as conversas parecem ser mais fáceis!
Resta-me a mim apoiar estes namoros, que por vezes (vezes de mais, e ainda bem) chegam a dar certo, e se não derem, pelo menos, fizeram-nos crescer.
Sofia Costa